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Clássico foi azul. Leão já vê título 'por um canudo'

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   FC Porto pode ter ‘arrumado’ de vez com as aspirações do Sporting em conquistar o título nacional. Os dragões venceram o Clássico e passam a somar uma vantagem de oito pontos sobre os principais rivais (ainda que o Benfica tenha menos um jogo). 

   Marcano abriu o marcador aos 29 minutos, mas Rafael Leão empatou à saída para o intervalo. Já na segunda parte, Yacine Brahimi marcou o golo que resolveu a partida. 

 

   Heróis improváveis abriram as hostilidades

   O Clássico era de elevada importância para ambas as equipas e a entrada em campo foi sinónimo disso mesmo. Com dureza – mas sem ultrapassar os limites – dragões e leões lutaram ao milímetro pelo controlo do terreno de jogo. E este começou por cair para o lado da equipa da casa.

   Yacine Brahimi, obrigado a procurar jogo em posições mais recuadas fruto da pressão intensa do Sporting, foi conseguindo libertar o FC Porto das amarras lançadas por Jorge Jesus. Moussa Marega, qual ‘tanque de guerra’, levava tudo e todos à frente, lançando o caos na defesa verde e branca.

   O jogo foi azul e branco durante o primeiro quarto de jogo, mas virou verde no segundo. Assim que Bruno Fernandes passou para as costas de Doumbia, o Sporting passou a controlar o jogo e teve duas oportunidades claras para marcar (e também um lance de possível grande penalidade, que obrigou Artur Soares Dias a consultar o VAR).

   No entanto, foi precisamente quando estavam por cima do jogo que os leões acabaram por sofrer o golo. Após um belo cruzamento de Herrera, Iván Marcano subiu mais alto do que toda a oposição e bateu Rui Patrício.

   Um contratempo para Jorge Jesus, ao qual se seguiu outro pouco depois. Doumbia lesionou-se e o técnico, sem Bas Dost, teve de lançar Rafael Leão para o seu lugar. No entanto, o jovem avançado correspondeu em pleno: na primeira oportunidade de que dispôs, na cara de Rui Patrício, igualou a partida antes do apito para o intervalo.

   Onze contra onze, e no final desequilibra Brahimi

   Era o Sporting quem tinha a ‘obrigação’ de vencer para manter vivas as esperanças de lutar pelo título, mas foi o FC Porto que controlou, quase na totalidade, a segunda parte.

   Pouco depois de Artur Soares Dias apitar para o reinício da partida, Sérgio Oliveira, na marcação de um pontapé livre, atirou a centímetros da baliza de Rui Patrício. Aos 49 minutos, surgiu o golo que decidiu o Clássico.

   Gonçalo Paciência foi à ala e cruzou rasteiro para a grande área. A bola passa por toda a gente e vai parar aos pés de Brahimi, que, com muita classe à mistura, recebeu, parou e, com jeito, bateu Rui Patrício.

   O Sporting subiu as linhas e tentou responder, mas o melhor que conseguiu fazer foi um cabeceamento de Bryan Ruiz em cheio no poste.

   Os leões saem derrotados do Dragão e a oito pontos da liderança do campeonato. Poderão, ainda, cair para o terceiro lugar da tabela, bastando para isso que o Benfica não perca em casa com o Marítimo, este sábado.